quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Libélulas no Charco

As libélulas são insectos de olhos enormes e cores vivas que voam rapidamente pelas margens e superfície da água à procura de pequenas criaturas voadoras de que se alimentam. São comuns, não picam e são muito úteis porque comem insectos prejudiciais. Além disso, as libélulas são indicadoras de um ecossistema evoluído.









As libélulas sobrevoam charcos e lagos onde depositam os ovos até à eclosão e nascimento da lagarta que ficará na água entre 2 a 3 anos.













De cada ovo sai apenas uma lagarta que se alimenta de pequenos vermes com a mandíbula inferior.


Na última muda, trepam a um caule fora de água e transformam-se em adultos.



As ninfas mudam 8 a 15 vezes até estarem prontas para o voo

Alguns exemplos de mudas encontradas no nosso Charco
Muda de uma ninfa de libélula recolhida no nosso Charco
Libélulas em pleno voo nupcial observadas no nosso Charco em Janeiro de 2016




quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Efémeras do nosso Charco.







Observa-se, fixas ao corpo das efémeras, muitos microrganismos que desenvolvem uma relação de comensalismo com a larva. Esses microrganismos chamam-se vorticelas e constituem a espécie comensal.
As vorticelas têm entre si uma relação de cooperação, visto que vivem em colónia.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

BICHIONÁRIO - Daphnia

A Daphnia é um género de crustáceo da ordem Cladocera, vulgarmente chamada de pulga de água ou dáfnia. Devido à forma como nada impulsionada por duas antenas situadas na cabeça, a daphnia parece pular dentro de água como fazem as pulgas terrestres.

Aspeto geral da Daphnia
video

Clica e observa os movimentos

Tem um tamanho que varia entre os 0.2 e 5,0 milímetros, habitam em charcos e rios, alimentam-se essencialmente de plâncton e bactérias, mas também de matéria orgânica dissolvida. Alimentam-se da mesma forma que as baleias filtradoras, filtrando o alimento da água.

Dapnhia com ovos




Devido ao facto destes animais terem um exoesqueleto transparente, é possível observar ao microscópio todas as partes do corpo, desde o coração a bater até ao desenvolvimento embrionário na cavidade incubadora.
texto adaptado de Wikipédia



Imagem de Daphnia com embriões na cavidade incubadora captada ao microscópio no Clube da Charcolândia

video

Clica e observa o nascimento das pequenas Daphnias

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Girinos do nosso Charco!

As rãs passam por várias fases  de desenvolvimento, a que se dá o nome de metamorfoses. A primeira fase começa numa massa gelatinosa com ovos. Alguns dias depois, os girinos eclodem dos ovos, respiram por brânquias externas e deslocam-se por meio de uma cauda.
Na fase seguinte começam a formar-se os membros posteriores e as brânquias passam a internas.

Na outra fase seguinte formam-se os membros anteriores. Após estes processos de transformação a rã jovem começa a respirar por pulmões atingindo assim a fase de rã adulta.